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Sexta Cultural de final de ano confirma que luta também se faz com arte

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Antes de desfrutar o Natal com suas famílias ou simplesmente aproveitar o feriado do dia 25, servidoras e servidores do TJSE confraternizaram juntos na sede cultural do sindicato na noite da sexta, 20 de dezembro. Com muita música e clima amistoso, a categoria cantou, conversou e demonstrou que a cultura é, sim, um dos combustíveis da luta por direitos e justiça.

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E essa ideia que pairava no ar também foi compartilhada pelas atrações convidadas. A dupla Antônio Rogério e Chiko Queiroga, parceiros do sindicato de longa data, foi uma das representantes desse sentimento. “A gente fica muito feliz de poder contar com esses parceiros especiais. Desejamos a continuidade da prosperidade de cada um”, disse. “O Sindijus está dando uma referência. Se sempre tivéssemos um espaço como esse no Centro, um espaço como esse para movimentar com música. Adoro o Centro e o Centro Histórico da cidade”, defenderam. De acordo com a dupla, movimentar o Centro com cultura é uma atitude de resistência.

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Também cantaram na noite, o músico Dé Lucas, Luciana Nobre e Os Faranis, que fecharam a noite com a energia de sempre.

Para a servidora Almira Machado, o final de ano permite uma reflexão sobre a categoria. “Enquanto servidora do TJ nós trabalhadores temos que estar alertas para todas as coisas que estão por vir. A gente teve ganhos significativos, mas em termos de resistência, porque em termos de ganho, de valorização de todos os trabalhadores, a gente ainda precisa permanecer resistindo no chão da luta”, afirmou.

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A aposentada Clédia Rivanda, também presente no evento, também fez um balanço pontual. “Tem coisas boas e coisas ruins. Precisa valorizar um pouco o nosso salário que está defasado”, relembrou.

Para a direção do Sindijus, o momento foi proposto com a intenção de renovar as energias para 2020. “A Sexta Cultural consegue trazer aposentados e servidores da ativa e fecha o ano cumprindo esse papel, esse objetivo de reunir servidores. A energia da confraternização revigora para que em 2020 a gente continue a luta”, disse a dirigente sindical Sara do Ó.